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Rewards – bom para a marca, publisher e usuário.

A vida é injusta! Se você vive no planeta Terra, certamente já ouviu, pensou ou até mesmo sentiu isto na pele. Mas fique tranquilo, pois isso só tende a piorar. Além de estarmos vulneráveis as mais diversas situações no dia-dia, hoje é possível se sentir injustiçado até mesmo no ambiente digital.

Pense em uma pessoa que está desempregada e que para se candidatar a vagas de emprego deve aceitar um plano de assinatura. Você acha justo cobrar de quem está desempregado? Ou quantas vezes você queria ler um conteúdo e foi barrado por uma obrigatoriedade de assinatura?

Há quem diga que esse tipo de bloqueio, favorece a leitura de conteúdos falsos ou notícias com baixo teor de veracidade ou não confiáveis, que são chamadas de Fake News.

Agora imagine que a publicidade pode ser a solução para este imbróglio. Tanto para o usuário, quanto para o site e mesmo o anunciante. Bem-vindo ao mundo pós-digital! Desta forma nasce nossa plataforma de Rewards, palavra em inglês que significa, recompensa.

Atualmente já vemos muitas formas disso ocorrer, e o mais lembrado e utilizado funciona em interações com Apps de Games, onde ao ver um anúncio o usuário pode liberar funcionalidades, vidas e outros, para continuar a jogar.

Se a publicidade precisava se renovar e criar um relacionamento de sentimento com o público alvo, esse é o conceito do Rewards. A NoBeta empresa especializada em publicidade digital; a VivoAds; e algumas outras empresas já tem em sua prateleira comercial um produto voltado a esse conceito.

Dessa forma podemos oferecer aos anunciantes uma oportunidade de impactar o targetconcedendo um benefício que não seria possível ao usuário – a não ser pagando, é claro.

E assim as marcas poderão gerar relação emocional com os beneficiados criando aproximação e promovendo a leitura de conteúdos confiáveis e acessos pagos liberados.

Mas não para por aí, além do benefício ao usuário estes produtos tem um adicional muito relevante para o cliente e a agência que é a mensuração de eficácia a partir de pesquisa de Brandlift, que falaremos em nosso próximo artigo.

O Rewards surge para fazer com que a vida online seja cada vez mais justa e com marcas trazendo benefícios tangíveis aos seus anúncios, trazendo benefícios para Publishers, Marcas e, principalmente, o usuário.

Até a próxima!

Disponível em: REVISTA DIGITALKS ANO 06 número 23 – “A nova revolução industrial Chegou – Industria 4.0.”

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Mídia

Brandlift – O que é e porque se preocupar?

Se você trabalha com marketing ou com mídia, já deve ter ouvido falar no termo Brandlift, mas você sabe o que realmente é isso?

A pesquisa de Brandlift é uma ferramenta de mensuração de resultados de uma campanha de mídia, com ela é medido a absorção e o impacto real da mensagem publicitária em termos de comportamento e percepção. Essa análise proporciona ao planejamento entender e obter insigths importantes, passando pelo recall, reconhecimento, consideração, intensão de compra e interesse na marca.

Com isso é possível analisar a eficácia da estratégia, possibilitando ajustes de forma assertiva e com grande fluidez. Contudo, de que maneira isso funciona em sua real aplicação ?

O Brandlift é uma pesquisa que é feita com os usuários através de perguntas simples e que deve ser separada em 2 grupos: os que foram expostos pela comunicação de mídia e aqueles que não foram expostos (o chamado grupo controle).

A partir do momento em que cada um dos grupos respondem as perguntas, e essas são analisadas, a diferença entre a lembrança, o grupo impactado e o grupo controle é o famoso “lift”, ou seja, o upside gerado para aqueles que foram impactados.

Atualmente, alguns veículos oferecem esse produto aliado à sua mídia, quem nunca foi impactado com aquela pesquisa de lembrança de marca no Youtube?

Porém, a diferença fica por conta do conceito rewards que exibe a publicidade no momento certo, e tem efeito direto na absorção da mensagem publicitária pelo publico alvo, garantindo uma alta taxa na medição com o grupo impactado.

No caso do produto Nobeta rewards, o usuário escolhe por ver uma publicidade para ter um beneficio, normalmente um acesso a um conteúdo pago ou de alto valor agregado, o que , por si só, traz uma relação bem mais positiva entre o usuário, o anunciante e o anuncio, pois, gera uma relação de benefício para seu target, uma vez que outras entregas não tem benefício direto.

Antes as marcas precisavam apenas apenas serem lembradas, hoje querem e precisam sem bem lembradas. A forma como o público vê a marca está ligado diretamente ao valor percebido do produto ou serviço oferecido, e é diretamente ligado ao preço de venda. Logo, comunicar-se de forma assertiva e levar qualidade de interpretação da mensagem ao público demostrando seu território de marca e posicionamento é muito importante nos dias de hoje.

É com bom Awareness que se busca a melhor Performance.

Disponível em: REVISTA DIGITALKS ANO 06 número 24. “2020, o que esperar da nova década”

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Mídia Mídia Programática

O que é mídia programática?

Já faz alguns anos que este termo programático entrou no vocabulário de muitos veículos e agência, mas você conhece a mídia programática?

Vamos começar com um exemplo, que deixa este termo mais palpável, e definimos melhor o conceito:

Supondo que você tenha um produto disponível para venda. Alguém deseja fazer a compra deste seu produto. Esta pessoa entraria em contato, negociaria, e você encontraria esta pessoa para receber o dinheiro e entregar a mercadoria. Pronto, a venda foi feita de um modo tradicional.

Em uma venda programática, a pessoa realizaria a compra do seu produto, que também seria enviado automaticamente e você receberia apenas o dinheiro na sua conta bancária.
Isto é uma negociação programática – A automatização de compra e venda.

Se olharmos isso para o ecossistema complexo de compra e venda de mídia online tradicional, isso automatiza e salta alguns passos.
Vejamos em um exemplo prático:
1 – O interessado no espaço publicitário do seu site entra em contato com você.
2 – Você faz toda a negociação de valores, tempo de campanha, inventário disponível, KPIs.
3 – O negócio é fechado e o interessado vira o comprador, que faz a produção das peças publicitárias.
4 – O comprador envia as peças publicitárias.
5 – Você (veículo – vendedor do espaço publicitário) faz a criação da campanha e avisa que está no ar.
6 – O comprador pede um relatório parcial da campanha.
7 – Você gera o relatório e envia para o comprador.
8 – O comprador faz o acompanhamento da campanha.
9 – A campanha é finalizada, é feito o envio do relatório final.
10 – O comprador faz o pagamento.

No cenário de compra programática, a negociação direta é muito mais prática e rápida:
1 – O interessado seleciona os KPIs, e envia uma proposta para a compra do seu inventário, previamente configurado na plataforma.
2 – Como o preço já está pré-estabelecido, você aprova ou não a campanha.
3 – O comprador, que já tinha as informações dos formatos publicitários disponíveis à venda na plataforma, sobe as peças publicitárias e acompanha os relatórios de entrega.
4 – O pagamento é feito para a plataforma intermediária, então você já receberá o dinheiro na data de pagamento negociado diretamente com a plataforma.

Somente em uma negociação programática, 6 passos foram eliminados, tornando o ciclo muito mais prático, rápido e seguro.

Este processo é chamado em muitas plataformas de Deal.
Este deal (acordo, em inglês), pode ser negociado de algumas maneiras e existem dois tipos mais comuns de venda: Garantido e Preferencial.
No caso se um Deal Garantido, ele funciona exatamente como o exemplo acima. É uma negociação normal, porém feito diretamente na plataforma programaticamente.

Para entender o Deal Preferencial, precisamos entender um outro aspecto da mídia programática: Open Auction, ou Leilão Aberto.

No passo 1 do nosso exemplo programático de Deal Garantido, está explicando que o inventário disponível para a venda já está previamente configurado na plataforma. Isso significa que você já configurou valores mínimos que você aceita para vender seu espaço.
No Leilão Aberto, um comprador deseja comprar um formato publicitário (que você tem disponível no seu site), porém ele não necessariamente precisa saber que é o seu espaço. Ele apenas precisa que as informações de compras que ele introduz na plataforma, do lado do comprador, seja compatível com as informações que você também disponibilizou na plataforma, do lado do vendedor.
Vários compradores estão interessados no seu espaço, porém apenas o que tiver o lance (bid) de compra maior, irá comprar o seu espaço. Isto claro, respeitando o preço mínimo que você já configurou na plataforma. Isso acontece em milésimos de segundos, e por isso chamamos de Leilão Aberto. Vários compradores estão comprando um espaço publicitário online ao mesmo tempo, e o que der o lance maior, leva o espaço.

Quando entendemos o funcionamento do Leilão Aberto, o conceito do Deal Preferencial tem um entendimento mais fácil: O comprador combina com você um valor fixo mínimo para a compra, e este valor tem preferência na compra sobre o Leilão Aberto, porém se no Leilão Aberto fazer um lance maior, ele terá a compra efetiva.

Estabelecido como funciona a mídia programática, podemos entender que ela é a automatização da mídia, e sua compra e venda, com um processo muito mais ágil e rápido, que uma negociação tradicional.